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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

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Choices

Como tem sido difíceis os últimos dias.
A minha vida sempre foi feita de escolhas,na realidade, todos nós vivemos a vida assim.Mas independente disso, escolher não é algo fácil, simples de fazer. Quando se opta por algo, ganha. Mas ao mesmo tempo perde. Escolho isso, mas perco aquilo e perder é sempre ruim. 
Muitas vezes não queremos precisamos escolher, mas a situação nos obriga.
É o que estou vivendo agora. A situação chegou pra mim, me encostou na parede e disse: "decida-se agora". E aqui estou eu vivendo o dilema entre ser feliz, ainda que de forma limitada, ou ser livre. Talvez não feliz, mas livre e ter o que quiser, sem medos e limitações.
E o pior, diante das circunstâncias, eu ainda não sei o que fazer!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

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O que realmente importa...

pra mim é ser feliz.
Não importa como.
O que importa é que eu faço o gosto, ganho o suficiente pra viver e vivo. Tenho amigos (poucos, mas valem muito) que estão comigo e me apoiam sempre, amigos que são como uma família. Na verdade, eu diria que eles são mesmo como colunas. Exatamente, colunas que seguraram a minha estrutura e não me permitem cair.
Obrigada aos que estão comigo, por serem colunas, apoio e permitirem a mim o prazer do aconchego.
Obrigada também aos que não estão comigo, por me fazer mais forte a cada crítica.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

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Vivendo perigosamente.

Rev(l)endo o fotolog, acabei me esbarrando no fotolog da Evy, esposa do Déio 
e encontrei esse texto, muito a minha cara, me identifiquei bastante.




*


Talvez a gente passe uma vida inteira, ou metade dela, ouvindo que a vida é feita de fases, que o mundo dá voltas, que o que se faz aqui também se paga aqui, e por aí vai...., mas a gente não consegue assimilar muito bem o significado disso tudo quando não se vive na pele essa emoção ..kkkk. (lux)

Eu tenho passado por uma fase de descobertas e de "viradas", onde muita coisa tem acontecido, de bom e de ruim, claro,...taí outra coisa que aprendi, que muitas pessoas vivem de aparência meeeesmo, demonstrando uma coisa que não é verdade e que não se vive na realidade. é como se fossem uma embalagem muito bonita (ás vezes nem isso) e com um conteúdo péssimo, e que por muito pouco demonstram um sentimento exagerado de amor (e mentiroso), como se fosse o ápice de um sentimento, que carrega experiências, companheirismo, cumplicidade...e tal, e por muito menos ainda se revelam o oposto. engraçado né?, eu diria até PERIGOSO. hoje em dia se "encostar" em alguém é uma verdadeira aventura, muito mais cheia de desastres do que boas emoções. não é nada legal um relacionamento em que se precisa estar "armado" o tempo todo. não se sabe quando vai aflorar a inveja, não se sabe quando a conveniência vai ou vem, não se sabe quando o outro faz questão ou não....éééé!, é a vida.
Não tô nem desabafando uma experiência específica que vivi, mas talvez a fase observadora e de extrema sensibilidade que passei (ou tô passando...sei lá), me fez "sentir" e concluir isso. De uma forma geral já vivi isso sim, vááárias vezes, ôoo e como...mas nunca me fez concluir nada, simplesmente passou e eu nem "senti".
O buraco é mais embaixo, já ouviu essa?, pois é...a vida é muuito diferente de um teatrinho.
Melhor do que abrir os olhos pra certas situações é pôder chegar ás conclusões e aprender com isso.

De algumas fases a gente sai traumatizada e não querendo vivê-la nunca mais, de outras a gente sai fortalecida e pronta pra outra.

Em algumas fases você conhece pessoas que são um verdadeiro "desastre" e atraso de vida, em outras você conhece pessoas que se tornam verdadeiras colunas na sua vida e simplesmente necessárias.
 

Pra quê viver "PERIGOSAMENTE"?, sempre fui do time da qualidade, e agora mais ainda.




terça-feira, 29 de março de 2011

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Mais de mim

Interrompendo a sessão Um pouco mais sobre mim, venho hoje 
mostrar-lhes a Alice, minha irmã.
:)
Na verdade, ela faz parte de mim, então, de certa forma, estou postando sobre mim, não é?
Depois que postar sobre a minha história, postarei a minha história com Alice.
Muita gente me escreveu por e-mail e no Gtalk (porque as pessoas não comentam?) falando sobre a minha história, contada no último post. A história da Alice ainda é um pouco mais complicada e ainda vou pensar, analisar e ver a melhor forma de falar sobre isso aqui.



Eu e Alice no aniversário do Itamar




quarta-feira, 16 de março de 2011

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Um pouco sobre mim - A adoção

Muitos dos leitores “fantasmas” que vem aqui, não conhecem a minha história, então decidi falar um pouco sobre isso. Na verdade, quis escrever pra quem quiser ver. Até pros amigos que me conhecem, mas não sabe de onde vim. Há tempos queria escrever sobre isso, mas decidi que iria começar hoje.

Bom, são 21 anos, não é? Então, irei escrever por períodos.


Então, como eu ainda era bebê, vou contar como me disseram que aconteceu.



Em 26 de junho de 1989, na Cidade de Canindé, Sertão Central do Ceará, eu nasci. Nasci de uma família muito pobre, minha mãe não estudo, nem meu pai. Ambos também não têm trabalho.
Minha família passava por dificuldades quando minha mãe decidiu que eu iria morar com outra família, já que há dias não comia, até então meu pai não sabia que eu iria morar com outra família.
Quando tinha 6 meses de vida, fui adotada pela família Freitas Ribeiro, uma famíalia grande e que vivia bem. Não eram ricos, mas viviam bem. Na casa, viviam a mãe (Zinete), o pai (Cirilo) e as duas das três filhas (Nidia e Iracema), eles compraram roupas novas pra mim, mamadeira e tudo o que não tinha. Quando meu pai biológico chegou em casa e viu que eu não estava, ficou muito chateado e disse que eu tinha que voltar, mesmo que passasse fome, ele queria que eu ficasse com eles.
Então, minha avó foi me buscar na casa da família que me adotaria. A Nídia, uma das filhas da D. Zinete, e a própria D. Zinete brigaram com minha avó e minha mãe, pois também não queriam que eu fosse embora (Na verdade, elas pensavam que eu era um brinquedo.  rs) e foi aquela confusão.
Passados alguns dias, a minha avó foi de novo á casa da família e pediu que me adotassem, pois há dias não comia nada e sentia muita fome. Mas o S. Cirilo não queria mais. Disse que já tinha dado muita confusão e que não me queria.
Minha avó insistiu, implorou e disse que não ia haver confusão de novo.
Então, D. Zinete decidiu que me adotaria mesmo e andou muito a pé pra me buscar. Desde então, ela se tornou a minha mãe e aquela família, até então desconhecida,tornou-se para mim, a unica família.






P.S: No post estou chamando minha mãe adotiva pelo nome, pra não confundir.
Aos poucos vocês vão entender.

terça-feira, 15 de março de 2011

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O que eu quero pra mim?

Boa pergunta.
Eu ia postar sobre mim. Sobre de onde eu vim, um pouco da minha vida e tudo mais. Mas diante do momento que estou vivendo, mudei os planos.
Na verdade, mudar os planos é o que eu mais tenho feito. Alguns continuam, intactos, firmes, no mesmo propósito. Outros, nem tanto.
Continuo:

Querendo ser diretora MK até julho;

Casar;
Ser feliz;
Ter um, até dois filhos;
Se for menina, Rubia ou Lívia;
Se for menino, não sei ainda, acho que Ulisses, Rodolfo ou Álvaro.


Resolvi mudar de planos quando aprendi que tenho que fazer planos só da/pra minha vida e que planos com a vida alheia, não dá certo.
Aprendi que posso sonhar desde que eu SÓ dependa de mim (D-us em primeiro lugar), pra ter o que eu quero, porque não adianta fazer planos pra sua vida, contando com os sonhos de outra pessoa. Nem sempre ela sonha o seu sonho.